O Som da Véspera de Natal 3 (Filme) 2026
-Vim de um inferno, consegui fugir daquele hospital psiquiátrico antes que eu morresse. (Clara a responde ofegante ainda)
-Bom você precisa descansar, venha arrumei a cama para você. (A senhorinha a leva até o quarto e fecha a porta)
*Porém mesmo que morrendo de sono, Clara começa a ver vários porta-retratos em uma cômoda próxima da cama, e em uma das fotos a senhorinha está abraçada ao Papai Noel, que segurava uma parafusadeira na foto. Ao ver aquela foto, Clara abre a janela e sai o mais rápido da cabana, porém no meio da mata ela começa a ouvir o barulho da parafusadeira, com um assobio de Noite Feliz. Naquele momento começa a chover, Clara se ajoelha no meio da mata e chora desesperadamente. Quando em questão de minutos o assobio e a parafusadeira param, Clara acredita que tudo aquilo acabou, porém ao levantar uma pedra acerta sua cabeça e ela desmaia. A senhorinha a pega pelos pés e a arrasta de volta para a cabana.
--- Naquela mesma noite ---
*Após trazer Clara de volta a cabana, a senhorinha a coloca na cama, tranca as janelas e portas para que Clara não voltasse a fugir. Então ela coloca água em sua chaleira e faz um chá e senta de frente a Clara. Ao amanhecer Clara percebe que está na cabana e ao ver a senhorinha sentada te olhando, ela entra em desespero.
-Calma minha filha, não tem motivo para pânico, você está segura aqui. (A senhorinha tenta acalma-la)
-SEGURA? (Questiona Clara)
-Sim.
-A senhora ta de tiração com a minha cara, eu vi sua foto com aquele monstro psicopata, que tá atormentando minha vida desde meus dez anos de idade. (Clara questiona de forma ríspida a senhorinha)
-Calma, tome esse chá que fiz, vou te contar tudo e o motivo dessa foto.
*Clara então pega uma xícara de chá e volta a se sentar na cama.
-Esse monstro como você citou, é meu filho, o nome dele é Eduardo, bom pelo menos era. Eduardo sempre foi um garoto estudioso porem com algumas situações problemáticas, em seu período escolar ele era muito isolado, não tinha amiguinhos e sofria muito bullying, e quando ele foi pro colégio tudo piorou. Porém apesar de todos esses bullyings Eduardo sempre foi um garoto muito inteligente e sempre tirou as melhores notas da turma, chegou a participar de vários provões e sempre ganhava em primeiro lugar.
-E da onde veio essa fascinação do Papai Noel? E por que uma parafusadeira? O que fez ele ficar esse assassino? (Clara fica intrigada)
-Calma. Vou chegar lá. Eduardo sempre amou o natal, como ele é meu filho único sempre deu tudo pra ele, então ele sempre aguardou o natal como uma das datas mais mágicas da vida dele. Quando ele estava prestes a se formar no colégio, a turma dele resolveu fazer uma festa a fantasia, e ele por amar o natal, foi fantasiado de Papai Noel. Isso acabou gerando uma seção de bullyings, pois ele já era gordinho e o bullying só aumentou naquela roupa. Eduardo chegou aqui em casa muito nervoso, o choro dele não era de tristeza era de ódio. Naquela noite a tia dele estava aqui comigo preparando a ceia de natal, Amanda, que inclusive é a diretora do hospital psiquiátrico que pegou fogo, local no qual você conseguiu fugir.
-O QUE? Eu nunca vi esse diretora, e inclusive na noite do massacre ela não estava lá.
-Por que ela sabia do que iria acontecer, na noite da nossa ceia, Amanda abraçou Eduardo e perguntou o que havia acontecido, ao ele contar, Amanda entrou num quarto cheio de ferramentas, pegou uma parafusadeira, e disse para ele ser homem e mostrar que mexeram com a pessoa errada. Eduardo com o ódio que estava voltou até o salão da festa, junto com a Amanda, ela trancou o portão de saída do salão, Eduardo entro novamente vestido de Papai Noel ligou a parafusadeira e começou um massacre naquele salão, ele matou todos que estavam ali, professores, diretores, funcionários e os alunos, após matar todos, Amanda abriu o salão e levou Eduardo embora. Eles foram na casa dela, ele tomou um banho, e tornou a por a roupa de Papai Noel, e voltaram pra casa. Eu fiquei intrigada com aquela roupa manchada de sangue, porém Eduardo me convenceu que era sangue falso, pois ele voltou na festa e a festa era fantasia de terror, então não liguei, então tiramos fotos e realizamos nossa ceia e fomos descansar.
-Então aquela foto, é desse momento? (Clara a questiona)
-Sim. Porém eu não sabia do massacre. No dia seguinte a polícia bateu em minha porta, e estavam atrás do Eduardo, ele estava descansando, porém os policiais entraram e o levaram a força, enquanto uma moça simpática me explicava o motivo de levarem ele para a cadeia. Eu fiquei pasma e não conseguia acreditar em tudo aquilo. Após levarem ele, Amanda apareceu em casa, dizendo que havia passado no concurso e tornaria a nova diretora do Hospital Psiquiátrico, eu contei o que aconteceu, então ela entrou em contato com a delegada, e transferiu Eduardo para o Hospital.
-Então por isso ele sabia todas as entradas e saídas daquele lugar.
-Calma, a situação é mais complicada. Eduardo começou a ficar muito perturbado naquele lugar, então numa bela noite ele resolveu fazer um pacto, ele entregou a alma dele para um demônio, e partir daquele momento meu filho deixou de ser meu filho e se tornou esse monstro. Amanda sabia do pacto, até porque foi ela quem disse para ele realizar, pois assim se tornaria impossível alguém matar ele. Ele foi na onda e fez, na noite do pacto houve um massacre dentro do hospital, apenas Amanda saiu viva de lá, porém ninguém nunca a viu, e o caso ficou arquivado. Apenas eu sabia, pois ela passou algumas noites aqui, até que a polícia daqui desistisse do caso e arquivasse, e foi dito e feito Amanda foi dada como desaparecida, e todos os demais como mortos e ninguém nunca soube do Eduardo. O Hospital ficou alguns anos fechado. No período fechado Amanda como tinha as chaves começou a passar as noites e dias naquele lugar construiu uma passagem secreta, e instalou uma máquina de incêndio, que era um botão que se acionado jogaria gasolina em todas as alas do Hospital e logo em seguida soltariam faíscas o que faria um incêndio incontrolável no local. Após alguns anos, ela fez vários procedimentos cirúrgicos, ela reinaugurou e voltou a ser diretora do Hospital, porém ela começou a se chamar Janaina. Momento esse qual você passou a viver lá.
-Então quer dizer que esse filho seu na verdade é uma entidade maligna? (Clara fica intrigada e assustada com todo o relato)
-Sim, quando vi que você fugiu eu te trouxe de volta, para que ele não a pegasse. Ele é sem controle, matar virou algo que o sacia, e o mantém vivo.
-E você acha que nessa cabana estamos seguras? E onde foi parar sua irmã? Até porque ela não estava no Hospital. (Clara questiona a senhorinha)
-Janaina, quer dizer Amanda se matou, pois ela vinha a um tempo se sentindo culpada das várias mortes que ela fez Eduardo causar. antes de se matar, ela veio em casa e me contou tudo que aconteceu desde a noite da formatura, após isso ela colocar uma corda em uma das árvores aqui perto de casa e se enforcou, eu tenho aquela cena memorizada até hoje em minha mente, e sobre estarmos seguras, não! Ninguém está segura com ele. Porém ele só aparece no mês do natal, e como ninguém nunca descobriu onde moro ele nunca veio até aqui.
-Mais eu encontrei, e isso pode nos colocar em risco? (Clara questiona)
-Talvez, eu não sei.
*A senhorinha então se levanta, sai do quarto e tranca a porta. Clara fica deitada intrigada com tudo que ouviu. A senhorinha vai até sua varanda e faz um assobio fraco, mais que dava para escutar, então o Papai Noel aparece.
*A senhorinha então se levanta, sai do quarto e tranca a porta. Clara fica deitada intrigada com tudo que ouviu. A senhorinha vai até sua varanda e faz um assobio fraco, mais que dava para escutar, então o Papai Noel aparece.
-Ela está no quarto meu filho, vê se dá um fim logo nisso tudo, e chega de matança esse ano. (A senhorinha abraça Eduardo e se senta na cadeira de balanço da sua varanda).
*Clara começa a escutar o assobio de Jingle Bell, se aproximando e começa a perceber que o Papai Noel estava próximo do quarto, ao ela olhar pela fresta da porta, ela vê que eram as botas dele, então ele arrebenta a porta, olha fixamente para a Clara, sorri e liga a parafusadeira. Clara olha fixamente para ele que estava todo queimado, porém vivo.
-QUE DESGRAÇA, VOCÊ AINDA ESTÁ VIVO? NÃO É POSSIVEL. (Clara grita de desespero)
*Clara então pega um Puff que estava ao lado da cama e joga com toda força na janela do quarto, que se quebra toda, então ela pula e começa a correr pela mata, e o Papai Noel começa a segui-la assobiando e com a parafusadeira ligada. Clara consegue correr até chegar na delegacia, e implora por ajuda de Julia e Roberta.
-Garota, como você está viva, o hospital foi completamente destruído, foi decretado que ninguém saiu vivo de lá. (Julia questiona Clara)
-Olha não da tempo de explicar, ele está chegando. (Clara fala desesperadamente)
-Ele quem? (Julia questiona)
*Antes mesmo que Clara respondesse o Papai Noel estava na porta da delegacia, com a parafusadeira ligada.
-FICA PARADO AI. (Julia grita e pede apoio no rádio)
*O apoio chega e todos apontam a arma para o Papai Noel, porém as luzes da delegacia começaram a se apagar, e dessa vez até as luzes da cidade começaram a dar curto circuito.
-CADE ELE? (Julia grita)
-NÃO SEI. NÃO DA PRA VER CORRETAMENTE.(Roberta a responde intrigada)
-ATIREM!(Julia da ordem para todos os policiais atirarem)
*Porém nenhuma bala fazia o Papai Noel cair, então ele vai matando um por um com sua parafusadeira. Clara consegue fugir ela entra em uma viatura e acelera saindo pelas ruas da cidade. Clara estava na velocidade máxima, e desesperada. A cidade estava completamente com todas as luzes piscando sem parar, nisso Clara perde o controle e acaba batendo num poste. Alguns minutos depois ela abre a porta toda machucada e sangrando e sai do carro. Sem acreditar que ainda estava viva, ela olha o carro completamente destruído, e chorando ela vai se arrastando porém o assobio de Jingle Bells começa a se aproximar dela.
-Merda, SOCORROOOOOOOOOOOOOO...(Clara implora ajuda)
*Após alguns minutos se rastejando, o Papai Noel chega até ela, e mesmo com a parafusadeira ligada ele não a mata, ele a pega pelos cabelos e começa a arrastar nas ruas da cidade. Clara chorava e gritava desesperadamente por ajuda, enquanto ele a arrastava assobiando Jingle Bells e seguia com a parafusadeira ligada. Um rapaz que passava pelo local tentando sair da cidade vê a cena e acelera o carro atropelando o Papai Noel e Clara, ele sai do carro, pega Clara no colo e a leva para o carro, ela a coloca no banco do passageiro deitado e acelera saindo da cidade. O Papai Noel que estava caído no chão, fica furioso, liga a parafusadeira, e sai pela mata rindo.
FIM
História escrita e dirigida por: Thy Pitty
Tema musical: "Slipknot - Before I Forget"
Música natalina citada: "Jingle Bells"
Categoria: Terror Sangrento
Classificação: Não recomendável a menores de 18 anos por conter cenas extremamente violentas.
Ano: 2026
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