Brasil Horror Story - Banquete de Sanatório (Temporada 3)

*O ano era 1876 e Rick estava inaugurando o maior hospital psiquiátrico do estado de São Paulo, na cidade de Ribeirão Preto, conhecida como a capital do interior paulista. 
-Eu declaro aberta as portas do Santa Vitória, o maior complexo psiquiátrico do Brasil. (Rick)
*Todos os presentes no local batem palmas. Em uma semana após sua inauguração, começam a chegada de vários pacientes. Enquanto isso do outro lado da cidade:
-Mãe eu não posso mais viver escondido, eu não quero mais saber desse sigilo, eu sou gay e pronto. (Jorge)
-VOCÊ DISSE QUE É O QUE? (Mara)
-GAY. (Jorge)
*Mara da um tapa no rosto de Jorge. 
-VOCÊ NÃO É, VOCÊ ESTÁ LOUCO, E NÃO VOU ACEITAR ESSA LOUCURA E ESSA DOENÇA EM MINHA CASA. (Mara)
*Jorge começa a chorar e corre para seu quarto. Mara liga para seu marido. 
-Rick seu filho está louco, doente. Preciso que dê um basta nisso, ele acabou de vir falar que é gay, olha que absurdo. (Mara)
-Fique tranquila meu amor, vou mandar os enfermeiros buscarem ele, ele ficará um tempo preso aqui, e assim será curado. (Rick)
-Que ele fique ai, ate se curar ou morra ai! (Mara)
-Com toda certeza! (Rick)
*Em questão de minutos os enfermeiros chegam na casa de Mara. Mara vai bater na porta do quarto de Jorge. 
-Meu amor, desculpe a mamãe, é que foi tudo muito rápido, abre aqui por gentileza. (Mara)
*Jorge se levanta e abre a porta. 
-Está mais calma então mãe? (Jorge)
-Estou, porque será curado disso. Podem leva-lo. (Mara)
-MÃE, QUE ISSO? PRA ONDE VÃO ME LEVAR? (Jorge)
-Pra cura meu amor. Levem logo. (Mara)
*Os enfermeiros levam Jorge segurando-o pelos braços, jogam no camburão e o levam para o Santa Vitória. Chegando lá, o enfermeiro Pedro aplica um sonífero em Jorge, nesse momento eles tiram as roupas de Jorge, celular, sapatos e colocam uma calça azul e uma camisa azul, e o leva para seu leito. Alguns minutos depois Jorge acorda meio sonolento ainda. 
-Onde estou? (Jorge)
-Oi, eu sou a Suzy. (Suzy)
-Suzy, que lugar é esse? (Jorge)
-Aqui é nossa casa, o Santa Vitória. (Suzy)
-O hospital psiquiátrico do meu pai, por que estou aqui? (Jorge)
-Rsrsrsrs... porque você é igual eu, doido. Aqui só tem doido, ou pessoas com problemas de saúde gravíssimos não podendo viver em meio a sociedade. (Suzy)
-Eu não sou doido, e muito menos doente. (Jorge)
-Mais se você está aqui, é sim. (Suzy)
*Nesse momento o enfermeiro Hugo começa a bater nas grandes das portas dos quartos de todos pacientes informando que é hora do almoço. 
-Bora almoço, andam seus retardados. (Hugo)
-Com licença, eu sou filho do dono daqui, eu poderia falar com ele? (Jorge)
-Você é apenas mais um desses retardados, vai pro almoço agora. (Hugo)
-Você não pode tratar as pessoas assim. (Jorge)
-Olha, não me faça perder a paciência, pega sua amiguinha e vão os dois imbecis agora pro refeitório. (Hugo)
*Suzy pega na mão de Jorge e o leva. 
-Psiu! Você não pode ser mal criado aqui. (Suzy)
-Como assim? (Jorge)
-Vamos almoçar a hora que voltarmos pro quarto te explico. (Suzy)
*Então Jorge e Suzy vão para o refeitório com todos os outros pacientes. Enquanto almoçavam, um dos pacientes Fernando joga seu prato no chão.
-EU CANSEI, NÃO SOU DOENTE, SER HOMOSSEXUAL É SER UM HUMANO NORMAL COMO TODOS OS OUTROS, EU QUERO SAIR DAQUI. (Fernando)
*Nisso dois guardas, batem com cacetes nas pernas de Fernando e o faz cair, eles o pegam pelos braços e o levam do refeitório, enquanto os demais continuam em silêncio comendo. 
-Esse retardado quis dar showzinho no refeitório. (Luiz)
-O levem para a fornada, a noite iremos servir carne a esses doentes. (Rick)
-Sim senhor. (Luiz)
*Então os dois seguranças levam Fernando para a sala da fornada, o amarram na maca e o doutor Augusto começa a corta-lo ainda vivo. Fazendo vários picados de seu corpo, a cada parte picada ele colocava em uma forma de assar grande. Enquanto isso no refeitório toca uma sirene, informando que a pausa do almoço se encerrou, e todos começam ir para seus quartos novamente. Ao chegarem no quarto as portas trancam. 
-Pronto agora me conte, o que aconteceu com aquele moço? O que é esses castigos? (Jorge)
-Aqui se você for mal criado você é levado a salas de torturas e até a própria morte. Eu nunca vi ninguém sair daqui, ou você ficará para sempre aqui, ou morrerá aqui. Minha antiga parceira de quarto a Bruna, foi mal criada com eles, na primeira vez ela for torturada com chicotadas, as costas dela ficaram todas machucadas, dois dias depois ela tornou a ser mal criada, ai levaram ela para a sala da fornada e nunca mais ninguém soube dela. Então aqui é nosso túmulo final. (Suzy)
-Meu Deus que horror, e meu pai se fazendo de boa pessoa, querendo ajudar a cuidar de pessoas com problemas psiquiátricos, (Jorge)
-Pois é, mais aqui além das pessoas com problemas psiquiátricos, tem muitas pessoas que se denominam gays ou lésbicas, e isso pra sociedade atual é uma ofensa, e eles veem como doença. Ai eles trazem pra cá na esperança de que serão curados. Porém não tem como curar algo que nascemos assim. (Suzy)
-Meu Deus estou horrorizado. (Jorge)

---Naquela mesma noite---

-Bora horário da janta, imprestáveis. (Hugo)
*Todos vão para o refeitório. E são servidos com arroz e carne. 
-Essa carne ta estranha, tem um gosto esquisito. (Jorge)
-Psiu... é carne humana, o cara de hoje mais cedo foi pra fornada. (Otávio)
*Jorge fez que ia vomitar. 
-Não, não vomita, se não eles te levam pro castigo. (Suzy)
*Jorge então mesmo com muita anciã come aquela carne. Após horário da janta todos vão para a sala de convivência onde tocam minutos de músicas. Após meia hora de convivência todos voltam para seus quartos.
-Temos que dar um jeito de sair desse lugar. (Jorge)
-Não tem como. (Suzy)
-Tem sim, sem que ninguém percebesse eu catei uma das facas no refeitório, amanha quando aquele enfermeiro sem noção do Hugo vir abrir pro irmos pro banho de sol, eu vou esfaqueá-lo, e temos questão de minutos para correr. (Jorge)
-Isso não vai dar certo é muito perigoso. (Suzy)
-Confie em mim. (Jorge)
*Então no dia seguinte, Jorge realiza seu plano, quando as portas começam serem abertas, Jorge degola Hugo que cai no chão sangrando, e todos os pacientes ao verem Hugo no chão sangrando começam a gritar, e correr pelo hospital, Jorge pega na mão de Suzy e aproveita o alvoroço e correm para a porta principal, porém eles não contavam que Rick estaria chegando lá. 
-Onde pensam que vão? (Rick)
-Pai. (Jorge)
*Rick aciona a alavanca de fugas, e uma fumaça de soníferos começa a rodar por todo hospital, e todos pacientes começam cair no chão. Os seguranças pegam Jorge e Suzy e os levam para a sala dos castigos, Suzy é levada para a sala das chicotadas, já Jorge é levado para a fornada, enquanto isso os enfermeiros levavam os demais pacientes para seus quartos e trancavam as portas. 

---Meia hora após os efeitos dos soníferos---

-Pode deixar doutor, esse eu mesmo vou cuidar! (Rick)
-Pai me solta. (Jorge)
-Eu e sua mãe tentamos, demos tudo do melhor para você, mais não aceitamos um filho como você. Até tentamos te conceder a cura, mais infelizmente você não tem jeito. (Rick)
-O que pensa que está fazendo? Para que esse facão? (Jorge)
-Como você não me obedece e não é curado, agora é sua vez de alimentar esses inúteis desse lugar. (Rick)
*Rick começa a cortar Jorge, seu próprio filho, após o cortar em pedaços, suas carnes são levadas para área que ferve a carne, e depois a leva para assar, seus ossos são enterrados no cemitério do próprio hospital. E naquele dia no almoço Jorge é servido como alimento no almoço, e Suzy após horas de chicotadas é devolvida para seu quarto, porém como castigo ela fica sem almoço. 
-Separem um pedaço dessa carne, vou levar para minha esposa para almoçarmos. (Rick)
-Sim senhor! (Paula)
*Rick pega a carne e chega em casa. 
-Não teve jeito, seu filho não obedeceu, e virou almoço. Trouxe para almoçarmos. (Rick)
-Ótimo, farei um suco para nós, com aquele sangue congelado daquela garota a Bruna né? (Mara)
-Isso. (Rick)

---FIM---

Brasil Horror Story
Temporada 3 - Banquete de Sanatório

História escrita e dirigida por: Thy Pitty
Tema musical: "Profondo Rosso (Originale) - Goblin"
Categoria: Terror
Classificação: Não recomendável a menores de 18 anos por conter cenas violentas, terror psicológico e palavras de baixo calão
Ano: 2026

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